terça-feira, 14 de junho de 2016
Representação e Experiência Presencial
A representação proporcionada pelas ferramentas digitais é um grande avanço na sociedade e contribui para que, de certa forma, possamos conhecer um local sem necessariamente visitá-lo fisicamente. Contudo, pudemos notar que o processo de visitação por esse meio, normalmente, não oferece experiências sensoriais e sociais ao indivíduo. Ao estar no Parque Municipal, por exemplo, pude notar que lá é um local com boa circulação de ar, as árvores filtram a quantidade de luz que atinge o solo, então algumas partes são mais iluminadas que outras, as folhas das árvores caiam, havia sons de pássaros cantarolando, pessoas caminhavam, etc. A visualização pelo meio digital, no entanto, não me provocou nenhuma dessas sensações e experiências, mas ao contrário, no momento da captura das imagens havia poucas pessoas no parque, o que inicialmente me passou a ideia de um local vazio e sem utilização por parte da população. Assim, toda a representação não é a realidade e, dessa forma, não consegue transmitir a vivência por completa que se teria de um determinado local, apenas um recorte dessa experiência, enquadrado de acordo com a representação que se faz dele.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Crítica ao objeto da Débora
O objeto possui interface interativa finalística em certo nível ao ativar o circuito, já que esta acontece para girar as tampas em intensidades diferentes e brincar com as diferentes possibilidades de combinação entre os elementos giratórios. Além disso, a estrutura de apoio dispõe de hastes que podem deixar o objeto em pé ou não, sendo parte das possibilidades que o objeto traz.
A pouca quantidade de elementos que podem ser ativados limita as combinações e faz com que a interação seja breve. A partir disso, as possíveis melhorias que o objeto poderia ter seriam o aumento do número de elementos e de efeitos que estes causariam, como a aplicação de certos materiais na ponta dos elementos giratórios, de forma que criassem diferentes efeitos.
O objeto poderia ser combinado com o da colega Luiza Helena, de forma que esse ajudaria na formação dos sons por ter certa velocidade e esta ser controlada, podendo causar efeitos diferentes com a combinação entre eles.
Outra combinação possível seria com o objeto da Luiza Fattini, já que este tem que ser movimentado para ativar seus sensores. Por ser de material leve, pode ser acoplado em algumas pontas dos elementos giratórios aleatoriamente que, ao ser ativado, movimentará a esfera em diferentes velocidade e esta reagirá de diferentes maneiras.
Finalmente, fundindo os três objetos, obtemos as hastes com elementos giratórios que, tendo as esferas em suas pontas, criaria sons e efeitos diferentes e ainda ativariam o circuito de LEDs do objeto da Luiza Helena.
A pouca quantidade de elementos que podem ser ativados limita as combinações e faz com que a interação seja breve. A partir disso, as possíveis melhorias que o objeto poderia ter seriam o aumento do número de elementos e de efeitos que estes causariam, como a aplicação de certos materiais na ponta dos elementos giratórios, de forma que criassem diferentes efeitos.
O objeto poderia ser combinado com o da colega Luiza Helena, de forma que esse ajudaria na formação dos sons por ter certa velocidade e esta ser controlada, podendo causar efeitos diferentes com a combinação entre eles.
Outra combinação possível seria com o objeto da Luiza Fattini, já que este tem que ser movimentado para ativar seus sensores. Por ser de material leve, pode ser acoplado em algumas pontas dos elementos giratórios aleatoriamente que, ao ser ativado, movimentará a esfera em diferentes velocidade e esta reagirá de diferentes maneiras.
Finalmente, fundindo os três objetos, obtemos as hastes com elementos giratórios que, tendo as esferas em suas pontas, criaria sons e efeitos diferentes e ainda ativariam o circuito de LEDs do objeto da Luiza Helena.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Assinar:
Comentários (Atom)




