Na obra, um pouco da grande diversidade que esse universo comporta: vendedor de frutas, balas, lavador de para-brisa, cantor e artistas malabares. De acordo com o diretor, personagens que têm em comum o fato de que foram escolhidos por instinto e a luta em busca de atenção. E é “no vermelho” que surge a única oportunidade de se fazerem notados. O filme é também uma tentativa de mudar a cabeça dos motoristas e mostrar, de alguma forma, o quanto as pessoas que vivem da rua são estigmatizadas.

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