Na obra, um pouco da grande diversidade que esse universo comporta: vendedor de frutas, balas, lavador de para-brisa, cantor e artistas malabares. De acordo com o diretor, personagens que têm em comum o fato de que foram escolhidos por instinto e a luta em busca de atenção. E é “no vermelho” que surge a única oportunidade de se fazerem notados. O filme é também uma tentativa de mudar a cabeça dos motoristas e mostrar, de alguma forma, o quanto as pessoas que vivem da rua são estigmatizadas.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Documentário: No Vermelho - Cine 104 - 30/03
O espaço CentoeQuatro, localizado na Praça da Estação, recebeu em março tal documentário. “No Vermelho” é o nome do novo filme do cineasta mineiro Marcelo Reis. Terceiro título de uma filmografia recheada de questionamentos sociais, o recente longa não foge à regra e busca trazer a perspectiva dos trabalhadores que, driblando a invisibilidade, fazem do semáforo seu escritório.
Na obra, um pouco da grande diversidade que esse universo comporta: vendedor de frutas, balas, lavador de para-brisa, cantor e artistas malabares. De acordo com o diretor, personagens que têm em comum o fato de que foram escolhidos por instinto e a luta em busca de atenção. E é “no vermelho” que surge a única oportunidade de se fazerem notados. O filme é também uma tentativa de mudar a cabeça dos motoristas e mostrar, de alguma forma, o quanto as pessoas que vivem da rua são estigmatizadas.

Na obra, um pouco da grande diversidade que esse universo comporta: vendedor de frutas, balas, lavador de para-brisa, cantor e artistas malabares. De acordo com o diretor, personagens que têm em comum o fato de que foram escolhidos por instinto e a luta em busca de atenção. E é “no vermelho” que surge a única oportunidade de se fazerem notados. O filme é também uma tentativa de mudar a cabeça dos motoristas e mostrar, de alguma forma, o quanto as pessoas que vivem da rua são estigmatizadas.
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